GLEMA 

Dia do Maçom no Brasil

A proposta da data comemorativa do “dia do maçom” surgiu em 1957 por parte da Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil - CMSB, que associa as Grandes Lojas Maçônicas Estaduais, sendo, aos poucos, apresentada e aprovada por diversos Municípios, Estados e, por fim, em 2010, a nível federal. Inicialmente, Leis Estaduais fixaram a data no calendário oficial, a exemplo do Maranhão, que em 19 de agosto de 1999 editou a Lei Ordinária nº 7.438 instituindo o “dia do maçom” e sua comemoração a todo 20 de agosto.

A escolha do dia tem uma razão. Acredita-se que à essa data, no ano de 1822 (conforme um dos calendários maçônicos adotados à época), o irmão Gonçalves Lêdo teria presidido uma reunião maçônica na qual foi decidido pela Independência do Brasil. O fato é permeado de imprecisões históricas sobre a data em que a reunião teria ocorrido e até mesmo se ocorreu antes da proclamação da Independência, mas uma coisa é certa: o evento que tornou a pátria livre contou com a participação de maçons e da Maçonaria, se não como promotores da causa, no mínimo, como legitimadores desta.

Em 2019, transcorridos 197 anos da Independência, basta olhar atentamente aos ideais de amor fraternal, auxílio e busca pela verdade tão presentes em nossos rituais e práticas e ver que ainda está nas mãos do maçom promover ou legitimar as transformações sociais que representam a ruptura com todo colonialismo – seja ele espiritual, moral, intelectual ou financeiro.

Decerto, é agradável a oportunidade que a Ordem Maçônica e seus membros têm de comemorar datas como esta, que rememoram o quanto é bom, entusiasmante e transformador ser maçom. A GLEMA fica feliz em compor esta história e tê-los como a personificação disso. Juntos, pois, afinal, é como somos mais fortes!

 

Fraternalmente,

 

 

UBIRATAN JOÃO DE CASTRO

Sereníssimo Grão-Mestre da GLEMA